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Entrevistas
Faze o que tu queres deverá ser o todo da Lei. Al i 40

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1 – Saudações Cesar Severus. De início, fale-nos sobre o “Genesis” da banda.

CESAR SEVERUS: Poeticus Severus surgiu em 97ev, no princípio apenas como projeto solo, neste mesmo ano foi decidido compor uma irmandade, com novos membros fechamos a formação, desde então mantemos a mesma até hoje, eu, M. Amasarac, Sub Umbra e Gemmifer.

2 – Em 1997 vocês gravaram o primeiro trabalho – “Discórdia, é a lei dos fracos... injurius veride” – Quão foi a divulgação do mesmo? É uma banda tão singular, com uma atmosfera ignota desde então para a cena brasileira, qual foi a “reação” dos headbangers ante a magnitude da sua música?

C.S.: Obrigado pelas suas palavras. Divulgamos pouco, só para os mais "chegados", sobre a reação, foi um demo muito bem recebido, serviu como ponte para firmar alianças que perduram sob força, honra e fraternidade.

3 – Fale-nos sobre as inspirações da banda, tanto musical, quanto lírico.

C.S.: A inspiração lírica para compormos parte de nossas vivências, de nossas vontades e de tudo aquilo que desperta as mesmas. Musicalmente cada membro tem um gosto ímpar, eu aprecio bastante ópera, metal antigo, música exótica, gravações sem frescuras, sem enfeites, nua e crua, mas que expressam algo profundo, intenso, reportando assim a estados transcendentais de frenesi ou arrebatamento... Eu procuro partir da auto-inspiração para compor.

4 – Os teus oníricos estão presentes nas poesias do Poeticus Severus?

C.S.: Sempre!

5 – Em 1999, a banda participa do “Southern Cult warriors #1”. Tal foi benéfico para a banda?

C.S.: Sim, ajudou expandir nossa arte musicada pelo Brasil e Mundo, e até hoje recebemos comentários positivos acerca deste cd.

6 – A Southern Spirits R. entrou em contato com a banda para divulgar seu trabalho?

C.S.: Fiend (responsável pelo selo) após ouvir o demo, mandou uma carta com a proposta e convite, estávamos em sintonia então firmamos a parceria.

7 – O Poeticus Severus já passou por anos já passou por anos, sobreviveu mais de dez anos. O que te levou a compor a banda? Só ambição artística ou algum sentimento além?

C.S.: Eu já componho e toco desde 91ev, nunca parei, minha vida também é música, com ela me sinto o rei dos mundos... O que me levou a compor a banda foi a satisfação de estar relacionando com pessoas nobres executando arte intríseca, também foi a concretização de uma irmandade que transcende as coisas mundanas e que não tem haver com essa sociedade decadente que habita o planeta. Vamos tocar, vamos nos divertir, fazer o sacramento sonoro da vontade, dar gargalhadas, curtir em essência, enfim, VAMOS SER FELIZES TOCANDO P/ NÓS MESMOS, SE ALGUÉM GOSTAR ASSIM COMO NÓS GOSTAMOS, ENTÃO QUE CANTE CONOSCO E ASSIM COMPARTILHAREMOS DESSE PRAZER INTENSO.

8 – Quando laçarão novo trabalho? E o “Abismus de Caelum” irá fazer parte do mesmo?

C.S.: Estamos tentando lançar um algo novo faz mais de 10 anos (risos), mas ainda não tivemos conspiração favorável pra isso. Se Abismus di Caelum fizer parte será como bonus, decidiremos isso mais pra frente.

9 – Quão está a banda agora? Constante ainda às idéias de outrora?

C.S.: Estamos firmes sempre, continuamos a manter nossa proposta inicial, musicar nossos desejos, nossas vontades sob simbologia da Arte e a Ciência Hermética.

10 – Nos shows do Poeticus Severus, sempre são mesclados com teatro... Os espetáculos, de quem veio a idéia de unir ambos? Chega a ser uma “ópera Black metal”? Já foram criticados pelos “radicais” (risos)?

SUB UMBRA: Sim, essa é a proposta desde o início. Percebemos que havia espaço para estressar os 5 sentidos em uma apresentação, uma lacuna deixada pelas bandas da cena na época, e fizemos uma apresentação norteada assim, com muita aprovação e repercussão aqui no Rio. Desde então definimos que nossas apresentações teriam sempre algo diferente. A idéia foi baseada em cerimonial esotérico e na estrutura cênica de uma opereta, segundo nossa interpretação. Nunca tivemos problemas com radicalismo contra o nosso som, até por que tocamos em outras bandas de estilos diferentes no underground durante anos e conhecemos todo mundo.

11 – Em tua opinião, a arte clássica e na música metálica contemporânea há mais em comum do que imaginamos ou nada tem haver tal qual a arte e a moral?

S.B.: Depende do ponto de vista, há pontos de convergência em todo estado da arte. Diferente da moral, que é um conceito de época. Arte Clássica é subjetivo. Pelo que entendo em um contexto musical, são necessários atributos inerentes à capacidade de provocar boas sensações de erudição e identificação imediata a um grande número de pessoas para poder merecer esse rótulo. No caso da música, essa linguagem soma pontos básicos em sua estrutura que fazem com que o estilo se torne uma referência que perdura por anos. Acho que o Metal tem esses atributos. A moral não está necessariamente desvinculada da arte, pois ela também é resultado de nossa mente. Haja vista, por exemplo, a música e os afrescos mulçumanos, que são belos, porém retidos em sua moral orientada aos ensinamentos islâmicos que particularmente desprezo.

12 – Tuas considerações finais. Grato por nos ceder esta entrevista.

C.S.: Agradecemos pela consideração e espaço cedido.
A QUEM INTERESSAR, CONVIDAMOS A CONHECER NOSSA ARTE MUSICADA:
www.poeticusseverus.com
www.myspace.com/poeticuseverus
www.myspace.com/cesarseverus

Contato:
E-MAIL: cesarseverus@yahoo.com.br
MSN: cesarseverus@poeticusseverus.com
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Amor é a lei, amor sob vontade. Al i 57

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